Tirinha
Postado por Bia.
, às 06h09 |
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oh, gente, faizfavor
Esse ano não tem 29, meu aniversário fica sendo tipo hoje, o dia legal, que consta nos registros e etc tal. A noite foi divertida, uma boa entrada nos 25 (oumeudeus, vinticinco!!!). Salsa com a Thalita. Sou maior dançarina "mas você já dançou antes. Não? E forró? Não?" "Não, amigo, nunca dancei mas aprendo rápido" ouyeah. Teve um pra quem eu ia inventar um namorado. Nunca fiz isso, inventar namorado. Eu geralmente sou sincera e passo vinte minutos explicando pro sujeito que não posso ficar com ele porque sou uma maluca ou coisa do tipo. Mas esse logo percebeu "ok, se vc não quer, eu não tento." Sem pedir explicações nem nada. Esse negócio de dançar é assim: meio esquisito essas coxas se roçando, mas já entendi que é normal. Na salsa, no samba, no forró, o que seja. É tipo o Scott xinxando no pessoal: "a gente faz umas brincadeiras de bicho, mas se nada for consumado, não tem por que colocar peso emocional". Tipo "a gente sente tesão e trepa de faz-de-conta". Tem que se libertar. As pessoas ficam se roçando ali e depois um beijo no rosto "muito obrigado". Ah, então era isso mesmo. Ok, obrigada a você. Não, não reclamando. Acho a coisa mais divertida. Danço com todo mundo que aparecer pela frente e não desistir com um "mas eu não sei direito, me explica?" O pessoal geralmente explica direitinho, estou entendendo. Hihi, aprendendo a dançar. Cês vão ver, vou chegar nos 26 sabendo. E essa noite, fecharei a janela. Não vou acordar com o sol dessa vez. Até porque o sol já tá aí, e em meia hora vai esquentar minha cama. Geralmente acho a coisa mais gostosa do mundo acordar com a luz na cara e o suor escorrendo pelas costas. Mas hoje nem vou me sentir culpada se acordar no horário q o sol nem bate mais no meu quarto.
Postado por Bia.
, às 06h05 |
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mais sonho esquisito
Chegando numa casa de praia, com minha irmã, minha prima Mari e dois amigos dela (que de vez em quando viravam sua mãe, seu irmão...) Minha irmã e eu estávamos sem roupa. Tenho muitos sonhos naturalistas. Sabe aquela história de de repente perceber que está sem calça? Acontece comigo direto, "ohmeudeusesqueciascalças", mas eu não fico com vergonha nem nada, como acontecia quando eu era criança e sonhava que estava sem calças na escola e o sonho virava o maior pesadelo. Fico achando normal, andando por aí com o derrier à mostra. Logo q chegamos minha irmã abriu a mala e pegou um vestido pra ela, mas como a minha mala tava difícil, continuei ao natural mesmo. Apareceu um gatinho, a Mari o levantou "gatinho bonitinho não-sei-o-quê" e daí apareceu outro um pouco maior, do tamanho do Scott, olhando pra baixo. Quando vi seu rosto, percebi. "Mari, olha, é um leão." O Henrique gritou e o leão se afastou um pouco, assustado. A Mari e eu demos as mãos e fomos andando pra trás, devagar, com medo de o leão nos atacar. Ele levantou o rosto e olhou pra gente. O leão estava chorando. Com uma cara tão triste, tão esquisita... Ele tava chorando igual gente.
Postado por Bia.
, às 16h39 |
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Mudei os móveis do quarto de lugar.
Agora minha cama fica no ponto onde mais bate sol pela manhã. Entre sete e nove meu quarto é invadido por uma luz quente e forte, que incide diretamente sobre mim e me acorda. Adoro. E hoje eu acordei chorando. De emoção. Sonhei com um lugar lindo. Sabe quando caem aquelas florezinhas do ipê e o chão fica todo amarelinho? O lugar estava assim, cheio de florezinhas de ipê pelo chão. E ficava sobre o mar, e o céu estava azul azul.... Fiquei andando por ali e chorando igual uma idiota. Sabe, o lugar nem era tão bonito. Já sonhei com lugares melhores (lembro bem de um com o qual sonhei antes de ir pra Belo Horizonte. O lugar era uma faculdade, e eu resolvi estudar lá assim que cheguei, porque fiquei fascinada com a possibilidade de freqüentar aquele lugar diariamente. Daí, um dia eu estava vindo de Ouro Preto e passei por um lugar em BH - ainda antes de morar lá - parecidíssimo com o do sonho. Achei que aquilo era um sinal, e vocês conhecem o fim da história). Já estive em lugares mai bonitos que esse do sonho. Esse não tinha nada fenomenal. O piso era de cimento, acho que era o quintal de um prédio. No canto, inda tinha umas mesinhas de plástico vermelhas pra gente tomar cerveja. Acho que eram as cores (fora essas mesinhas). Aquele chão amarelo com aquele céu e mar azuis. Besta.
Postado por Bia.
, às 12h50 |
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Pois é. Maaais sobre o de sempre.
A conexão hoje tá ruim. Muito ruim. E eu tava frustrada achando que era problema do roteador (é caro um roteador sem fio, né? Achei que custasse uns vinte rais.. Pf!) que eu instalei ontem, mas o menino me disse que tá todo mundo reclamando, deve ser a chuva. Fiu... E conexão ruim é muito estressante, né? Tava tentando conversar no msn, subir umas fotos no flickr... mas só tava ficando nervosa. Queria compensar a minha falta de vida social da última semana batendo papo virtualmente, mas não dava. Sério, essa minha última semana foi bem chatinha. O problema é q eu sou animada, sabe? Até tentei arrastar minha irmã pros lugares, e nada. Tentei os poucos amigos que estavam por aqui, e nada. Hoje à tarde encontrei o Marcos. Das antigas esse aí, e fazia tempo que não o via... Foi bom. Apressamos um pouco porque depois eu ia tomar umazinha com a Kuka, pra compensar o nosso carnaval chôcho, mas ela voltou a trabalhar já e estava sem disposição. Tsc, como está difícil! E hoje nem pela internet eu posso me comunicar direito. Esse ano estou tão excluída que nem aniversário eu faço. Ontem na casa da minha vovó Lília, com minha irmã e minha prima. Minha vó: "Mas vocês três sozinhas? Tá difícil assim, é?" eu: "tá." minha irmã: "ah, eu gosto de ficar sozinha, sabe" eu: "ah, é cada um que aparece também..." a Thalita: "eu acho que é um pouco dos dois. Eu gosto de ficar sozinha. E não aparece ninguém interessante" Não sei se são os novos tempos ou se é a idade, mas tá difícil, viu? Aqui estou eu, reclamando da meeesma coisa... Minha mãe hoje no orkut: "esse cara é superapaixonado pela namorada. Olha esse álbum dele aqui. Opa! Peraí! Japonesa? Aquela não era japonesa! Ele já trocou?!?" "É, mãe, pros homens está mais fácil." O que acontece? Os amigos homens que eram encalhados tão se arranjando por aí. E as amigas mulheres bonitas e interessantes tão com o mesmo problema que eu. Exceto aquelas que já namoram há um tempo. Vai ver eu fiquei velha, passou a minha época. Os peitos não são os mesmos de dez anos atrás, e outro dia eu acho que vi uma ruga em baixo do olho. Devia ter mantido algum dos namorados que tive nos verdes anos. Agora madura só mesmo o labrador. No ano passado ainda tive casos que duraram dois ou três meses. Mas nos últimos seis meses, três tem sido meu número. Oh yeah, três encontros, nada mais nada menos com TODOS os caras com quem fiquei (não foram muitos, tá certo, mas já dá pra fazer uma estatística. 100%). É que eu tenho uma preguiiiiça de criar intimidade. Chegamos numa idade que eu até que já sei o que quero, e que os caras já vêm todos chatos e cheios de mania pra gente se acostumar. E leva tempo pra se acostumar com as manias dos outros e entender o que se passa pela cabeça, e começar a gostar e essas coisas. A gente tem que ficar sendo toda legal pra pessoa gostar da gente, acho que antes eu tinha saco pra isso, mas agora eu cansei de encolher a barriga. Uma amiga tava me contando que estava conversando com o namorado sobre golden shower. Sabe aquela história bizarríssima de mijar no outro? Diziam os relatos que se você conseguir manter os músculos relaxados durante o orgasmo, ele é tipo um milhão de vezes melhor. Mas aí você corre o risco de fazer xixi. E ele: "não tem problema. Se isso acontecer, a gente limpa, ué." Achei isso a coisa mais romântica do mundo. Eu nem faço questão de mijar na outra pessoa, mijar na frente pra mim já tava bom (no vaso mesmo). Queria sair com alguém já pulando uns seis meses de namoro. Assistindo 30 Rock hoje, a personagem da Tina Fey disse a mesma coisa, mas não me lembro direito. Só que ao invés de seis meses, queria pular doze anos de relacionamento. Até tentei pesquisar agora mas a internet continua aquela lerdeza... Bem, taí o desabafo. Faz médio tempo que não saio com ninguém, mas quando saio é tão difícil que nem estou achando ruim, sabe? Tão mais fácil ficar em casa, ou sair com velhos conhecidos cujas manias chatas eu já conheço, e que também já conhecem todas as Bias... Hum.
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, às 02h24 |
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Tirinha
Postado por Bia.
, às 02h22 |
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Ontem o Scott fugiu.
Mas foi encontrado. Devem ter sido alguns dos minutos mais felizes de sua vida até hoje. Foi encontrado correndo pela rua de cima. Morri de medo de ele não voltar. Lógico q saberia vir pra casa quando cansasse, mas ele se distrai fácil. Poderia seguir uma pessoa ou um cachorro e ir para em algum lugar distante. Minha mãe acha que tem o risco de ele ser roubado, por ser bonitão, e de raça. Meu medo é ele pular nas pessoas, nos cachorros... Eu não acho que alguém iria querer levá-lo embora, um sujeito adulto já... Se tivesse com a coleirinha de identificação com o número do meu cel, eu estaria calminha. Alguém o encontraria caso ele se perdesse e ligaria pa mim. Mas foi fofo vê-lo voltando todo feliz, acompanhando o guardinha, o Leandro (de moto) e o amigo do Leandro (de carro), q foi quem descuidou e deixou o portão aberto. Acho que nem percebeu que tinha fugido. E o carnaval, né? Todo mundo que aparece na televisão está sem roupa, homens e mulheres. As pessoas devem transar bastante. As outras pessoas, quero dizer. Minha irmã hoje voltou pra Floripa. Eu sempre fico irritada com pessoas que vão embora. Bobona, né? Quando minha mãe diz que vai viajar, invento um mtivo qualquer pra reclamar com ela. Namorados que moravam longe também. Fazia o possível pra ir embora brigada. Não se se ficava nervosa com eles porque iriam m deixar sozinha e me fazer sentir saudades, ou se eu só brigava pra não ter que despedir. A questão é q eu tenho evitado meus avós ultimamente. Desde aquela vez que eles ficaram sozinhos e eu passei vários dias seguidos lá com eles, dormindo lá e cuidando deles. Não sei se tenho medo de sentir saudades. Bem, os dois já estão velhinhos, meu vô tá num declínio rápido... Quer dizer, eu sei que logo mais puff. Eles ainda duram uns anos, será que eu já estou com medo de sentir falta deles?!? Tsc! Preciso trabalhar essa. O trabalho ontem foi divertido. Acho q eu adoro maquiagem. É pra lá que eu vou. Tenho q escolher em quais cursos e quais materiais vou investir agora. E serão maquiagem. Uhu! Bem, só. Vou dormir. Bom... começo de ano pra vocês. Já que o ano começa agora, né?
Postado por Bia.
, às 23h55 |
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...e não deu.
Pois é. Não sentei à toa em frente ao computador nenhum dia essa semana. Claro q se eu tivesse morrendo de vontade de escrever no blog, teria dado um jeito, mas ultimamente ando sem inspiração. Sei lá, não tem acontecido nada fenomenal, e as coisas andam tão tranqüilas... Ultimamente não pensei nada que valha a pena ser compartilhado, não sei o que me tem acontecido. Pensei as coisas de sempre, mas elas não têm me parecido tão importantes. Aiai. Ultimamente tenho pensado em migrar pra maquiagem. Tem me parecido mais interessante e mais divertido que cabelos. Amanhã devo fazer o make pra um book (pois é, passo a vida passeando e na segunda de carnaval trabalho) Ando com planos de fazer com uma amiga um portfólio nosso de "antes e depois". Eu tenho, e ela também, vontade de trabalhar com consultoria de imagem. Tanta gente que eu vejo pela rua que dá vontade de levar pra fazer compras, arrumar o cabelo, depilar... (eu queria andar com a minha cera na bolsa, parar as pessoas no ônibus "um segundinho só, com licença", e depilar um bigodinho aqui, uma sobrancelha ali...). Um amigo meu me pediu esses dias pra ajudá-lo a mudar o visual. E temos um outro amigo que já resolvamos que vamos transformar (ele concordou também). Vai ser divertido, vai ficar bonitinho nosso portfólio =) E ontem, maior orgulho. Eu deixei de fazer duas coisas que tive vontade. Porque não seria correto, a primeira comigo e a segunda com outra pessoa. Foi ruim, né, não fiz o que queria. Mas foi bom, voltei pra casa feliz comigo. Acordei sem preocupação ou culpa. Grande Bia, aprendendo a ser menos impulsiva, imediatista e irresponsável! Uhu! Sábado faço 25. Parece muita coisa. Aos 25, eu deveria estar formada, me sustentando, noiva... tipo adulta. Sei lá, às vezes parece que eu tenho 18. Não me sinto uma pessoa de 25. Aos 25 eu deveria ser madura, segura... às vezes acho que sou uma menina. Bobona, tímida, insegura. Será que isso passa com o tempo ou eu vou ter que fazer um esforço pra crescer?
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, às 12h07 |
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Tirinha
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, às 11h48 |
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Tirinha
Postado por Bia.
, às 15h48 |
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Correndo de novo....
Já vou ter que sair. Assim que estou, e não perguntem, pq não tenho resposta. Só atualizando, ó: Encontrei meu celular, está tudo normal. Vou ficar em SP no carnaval. Pensei em ir p Floripa com a minha irmã, mas ela que vem me visitar.. :( Daí vou ver se consigo escrever mais Fiz umas dez tirinhas ontem e na segunda. Já estamos abastecidos por um mês, podem ficar tranqüilos ;) E preciso ir. Pois é, tá tudo tão esquisito. Ando um pouco atordoada.
Postado por Bia.
, às 18h53 |
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aimeudeus, não dá tempo
Tenho entrado na internet muito correndinho, não tá dando tempo de ficar aqui escrevendo as bobagens de sempre... Nem perguntem, eu também não sei o que tem me ocupado. Algum dia dessa semana terei a tarde livre e escreverei um milhão de textinhos bobos, pode ser? E minha caneta de tirinhas tinha sumido, mas hoje eu comprei uma nova, um pouco mais fina (vai dar pra ler melhor e talvez desenhar com mais detalhes), e já estou toda cheia de idéias. Ah, e avisar a quem interessar que esqueci meu celular na faculdade (nem perguntem, também não sei), e estou acessível apenas virtualmente. Com sorte, o encontro amanhã. Sem sorte, continuarei acessível apenas pela internet... Preciso iiiir!! (de novo)
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, às 19h56 |
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Tirinha
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, às 19h54 |
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sexta-feira 13
E o dia com essa caaaaaara de sexta-feira 13. Não está? Dia feio, deprimente. O dia tá cinza escuro. Se não tivesse essa obra barulhenta aqui do lado, passaria o dia na cama, dormindo. Não que eu acredite nessa história de dia mal assombrado, se hoje fosse sexta-feira 14 e o dia estivesse desse jeito, eu também ia querer passá-lo escondida em baixo do edredon. Ainda mais porque estou com uma suave ressaca e um leve mau humor. Acho que vou pra casa da minha vó que é mais silenciosa, deitar em baixo do edredon por lá, e levantar amanhã de manhã.
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, às 11h53 |
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Tirinha
Postado por Bia.
, às 11h33 |
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enxaqueca
Nossa, isso acaba com a vida da gente. Vocês sabem como é isso? É como se alguém ficasse martelando a testa da gente. E daí com luz, movimento, som, o martelo vira uma marreta que esmaga o cérebro! Fico enjoadíssima, tonta, suo frio. Às vezes desmaio, vomito... afe, um horror! E mais essa, que confesso quase que envergonhada: Eu, como viciada, de tempos em tempos sinto vontade de fumar. Mas o cigarro só piora a enxaqueca! E daí fico aqui: "hum, será que compensa dar uns traguinhos? O que é pior, essa vontade de fumar ou as marretadas na testa??" Pois é, que feio. E daí anuncio, assim, publicamente, sem nem ter medo de falhar: março vai ser o primeiro mês dos últimos oito anos que tentarei passar sem fumar. Pra daí passar todos os outros meses seguintes sem fumar, tipo pra sempre. Eu sei que vai ser difícil pra burro, e pra dizer a verdade nem vou me cobrar muito muito. Também não gosto de sofrer, se ficar sem cigarro me deixar mal humorada e deprê, eu volto fácil fácil. O que resolvi é que tenho até o fim de 2010 pra parar de fumar. Um prazo longo, eu sei, mas como nunca tentei parar, não sei como vai ser. Daí me dei esse prazo. Se conseguir agora, ótimo, parabéns pra mim; mas se não, ainda tenho dois anos. A maior dificuldade é que eu gosto MUITO de cigarro. Tipo muito. Sinto o maior prazer em fumar. E me apoio muito. Não dá pra imaginar, por exemplo, esperar alguém sem fumar. Não sei o que fazem as outras pessoas. Ir a uma balada sem fumar. Como se dança com as mãos desocupadas? E quando eu estou estressada, sabe, resolvendo algum problema, é sempre uma salvação "agora vou parar tudo e me dar cinco minutos pra fumar um cigarro". Aiai. Vamos ver. Agora vou sair daqui pq computador também não ajuda muito a cabeça da gente. Já tomei o remédio milagroso, mas ainda nada... Deitar no escuro e no silêncio agora, e esperar, pra ver se a enxaqueca passa e me permite seguir com a minha vida. Perda de tempo essa enxaqueca! Não dá pra fazer nada, vou passar a tarde olhando o vazio. Não dá pra ler, tricotar, ouvir música, conversar... Como se eu precisasse de mais tempo à toa comigo mesma pra pensar na vida!!!
Postado por Bia.
, às 15h11 |
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Hihihi, viu?
Soube que aqui em São Paulo rolou chuvão e tal. Lá na praia, os dias tavam lindos, céu azul e etc e tal. Um pouco abafados talvez, quentes demais. Isso provavelmente porque levei duas blusas e calça jeans, já expliquei como funciona. (aqui começou a chover MUITO agora, de repente. Só porque ia levar o Scottinho pra passear depois de terminar esse post...) E o cachorrinho foi, pela primeira vez. Infelizmente, é proibido na praia, mas só de ficar numa casa com um pouquinho de grama ele já fica feliz. Agora está dormindo aqui atrás acabadão. Ele sempre fica assim durante um ou dois dias depois que a gente volta, e eu nunca sei se é saudades ou cansaso mesmo... Por isso ia levá-lo pra uma voltona agora, ver se se diverte um pouquinho. Mas, sabe, ontem levantei bem bem bem cedinho e levei-o pra conhecer o mar. Não pode não pode, porque o cocô do bicho tem uma coisa que dá doença. Mas o meu não faz cocô fora de casa... Quer dizer, faz. No meu quintal. E só. Eu só vi ele fazer cocô na rua duas vezes. Depois de desesperado. Daí eu deixei pra dar a ração matinal dele depois do passeio, pra ele ir com a barriguinha vazia, e fomos. Tem uma pracinha que dá acesso pra praia, então ao invés de ir pelo acesso tradicional, fiquei um pouquinho na pracinha fumando um cigarro pra ver se tinha fiscalização. Aí depois que passaram os funcionários da prefeitura tirando o lixo, lá fomos. Ao chegar na areia, ele começou a cavar que nem doido. Ele não tá acostumado. Na casa de praia tem um pedacinho com terra, precisa ver a sujeira que fez... E ele cava rápido, viu, violento... Mal chegamos, já arranhou todo meu pé. Daí fui com ele até o mar, e ele assustaaado, tadinho. Eu o deixei na coleira, porque tinha algumas pessoas correndo, e ele do jeito que é ia querer correr atrás pra brincar. Já que é proibido, a gente tinha que pelo menos se comportar. Ficamos correndo pelo rasinho, água com uns 20cm de altura. Quando vinha onda, ele pulava. Fofo, pulando ondinha. Depois fomos mais pro fundinho um pouco (o mar tava calminho). Água quase na minha cintura, ele ficava nadando todo bonitinho. Bonitinho e violento, as cicatrizes aqui são as piores que ele já me deixou, parece que saí de Jogos Mortais. Não sei se ele gostou. Primeiro porque ficou na coleira, né, mas de qquer forma, ele ficava nadando só na minha direção, acho que tava meio assustado mesmo. Eu não conseguia identificar que expressão era aquela naquela cabecinha molhada. Mas acho que ele queria ir embora. De vez em quando eu abaixava pra brincar com ele e ele vinha me abraçando, pondo as patinhas no meu ombro como se pedisse pra que eu pegasse no colo e o carregasse dali. Daí brincamos mais um pouquinho de correr pelo raso. Essa hora ele se divertia bastante. Ia correndo saltitante pulando ondas e jogando água pra todos os lados. Foi bem gostoso. E mais uma sobre o cachorro: Ele agora levanta a patinha pra fazer xixi. Tipo um adultinho.
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, às 15h20 |
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Tirinha
Postado por Bia.
, às 14h50 |
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eu controlo o clima
da cidade de São Paulo. Ouhyeah. Ou de onde eu estiver. Funciona assim, ó: se eu pego a capa de chuva e o guarda-chuva, faz sol. Se eu saio de saia e regata, e não levo blusa, faz frio. Se eu me empenho e faço uma escova maravilhosa, chove, certeza (se eu estiver sem a capa e o guarda-chuva). Então, por mim, já tanto faz. algum pedido para amanhã? Vou tentar providenciar o sol, estou indo pra praia (o que geralmente faz chover).
Postado por Bia.
, às 12h04 |
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Tirinha

homenagem ao meu irmão que faz aniversário hoje ;)
Postado por Bia.
, às 11h23 |
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fazendo amigos
Estava toda animada, fui pra Bragança esse fim de semana e levei o Scott. O Zé, cujos pais moram lá, tem um labradorzinho também, lindo, uns cinco meses mais novo que o Scott, o Goofy. E o Pedro tem uma viralatinha fofa, a Cléo, que deve ter idade intermediária, mas é menorzinha que os dois.
Então cheguei em Bragança toda feliz pra apresentar o Scott pros novos amiguinhos. Porque sabe, ele nunca tinha brincado com outro cachorro. Quando menor, eu ainda tentei. A Nina já levou a boxer dela lá em casa, a Taisa já levou o Jimmy, já levei o Scott pra brincar com a Cuba dos meus tios, já o soltei pela USP. As reações são as mesmas. Nenhum cachorro quer brincar com ele. O Scott chega com toda aquela energia, pulando, e os cachorros fogem ou rosnam pra ele.
E daí ele iria conhecer um outro labrador, mais novo ainda por cima, que provavelmente teria a mesma empolgação que ele!
Fomos o Zé, o Pedro e eu com o Scott até o quintal dos fundos, onde os dois cachorros já brincavam. Ficou louco. Soltei da coleira. Ele correu atrás do Goofy, subiu nele e... começou a tentar transar com o cachorro. Oh yeah. Subiu no cachorro e ficou em cima, fazendo movimento de vai-vem. O cachorrinho em baixo ficava desnorteado. E a fêmea, louca, latia pro Scott, tentava chamar sua atenção de qualquer jeito, mordia... e ele só queria saber do macho! Oui, meu cachorro talvez seja gay. Talvez seja só um tarado. O Goofy corria, o Scott ia junto abraçado, e a Cléo, mordendo a bochecha do Scott, ia arrastada pelas mandíbulas.
Então separamos, né?
Eu achava que devíamos deixá-los lá, uma hora eles iam se acertar. Ou o Scott se acostumaria, ou o Goofy aprenderia a se defender. Mas sabe, talvez seja difícil pra um homem ver seu cachorro macho ser praticamente estuprado (praticamente, né, porque não aconteceu nada além do esfrega-esfrega).
O Scott foi pro quintal da frente, ficar com os seres humanos perto de quem se comporta melhor do que de cachorros. Mais acostumado, né? E o Pedro levou a Cléo p ficar com a gente, e o Scott até tentava dar umas xinxadas nela, mas a cachorrinha lutava pela sua preservação e não deixava o Scott subir em cima não. Logo se acertaram e se acostumaram um com a presença do outro.
No domingo à noite, teve um jogo do Bragantino e foi um pessoal até o estádio assistir. No minuto que o Zé saiu da casa, fui lá e soltei o cachorro dele. Ficava por perto, tentando não deixar o Scott abusar do bichinho. Porque sabe, o Goofy é menorzinho, então não tinha como saber se era consentido. Homossexualismo tudo bem, mas estupro já seria demais. Aí o Scott subia nele e ele sentava, protegendo o cuzinho. Aí o Scott continuava ali, nas costas, na cabeça, e o Goofy se jogava no chão. Daí acho que não dava uma altura boa e o Scott desistia. Eu, meio bêbada, fiquei ali pirando brincando com os cachorros e mandano o Goofy se defender. Na minha cabeça era uma disputa por liderança, então ficava lá: "vai, Goofy! Deixa não! Mostra pra ele que a casa é sua! Ele é bobão, já apanhou de uma poodle, você consegue fazê-lo parar!" e daí ele começou a rosnar pro Scott também, conseguia se desviar, os dois ficaval latindo um pro outro e - vejam só - tentando subir um no outro. A Cléo ainda ficou em volta um tempo tentando participar, mas era ignorada. Essa era um disputa de machos. E o Goofy só não subia no Scott porque era menorzinho e não conseguia. Daí fiquei sem saber se eles são gays, se são racistas (ah, só porque a Cléo é pretinha...) ou se isso é tipo normal entre cachorros.
Acho que meu cachorro é só um depravado. Talvez tenha sim uma preferência por machos, mas quando sobrou só a fêmea, pra ele tava bom também. Ah, vocês sabem como é menino adolescente...
Postado por Bia.
, às 20h19 |
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Xaveco
Estava acreditando que meu problema com meninos se dá por eu ser assim, meio louca desesperada, então tenho tentado levar as coisas com mais tranqüilidade. Aí as relações acabam e eu penso: "oh, ok, fugiu porque acha que eu quero casar com ele ou coisa do tipo. O que é necessário fazer para que esses homens que correm de compromisso entendam que eu estou numa boa?". Então vocês nem imaginam o susto que levei quando um cara com quem saía disse que eu era fria. Fria???? Eu???? Peralá, você não está entendendo. Eu sou tão calorosa que assusto as pessoas. O sujeito me entendeu tudo errado. Mas daí comecei a fazer uma retrospectiva por aqui e percebi que de repente quem entende tudo errado sou eu. Acho que sou eu a fujona, a medrosa.
Uma amiga chegou esses dias falando que tinha descoberto o segredo para conquistar um cara: "Você tem que tratar o cara da forma como gostaria de ser tratada." Sim, isso parece óbvio, o pessoal nos ensina desde que nascemos: "trate as pessoas como gostaria que tratassem você", mas eu até poucos dias atrás estava convicta de que essa regra não funciona em relacionamentos, de que o que homens e mulheres querem é oposto, então eu tenho que me controlar e tentar ser o menos romântica atenciosa possível. Porque na minha cabeça isso assustaria um cara. Daí nessa minha retrospectiva comecei a perceber que eu não dou chance. Às vezes o sujeito até me procura, mas não me deixo ser encontrada. Lembrei de comentários que insunuavam que eu estava distante, que eu não me abria... É que eu tenho medinho, sabe? Já me fodi tanto, isso é tão chato. Mas quando minha amiga veio com essa, percebi que tenho me fodido muito mais agora que estou fechada assim. Ela: "você tem que mandar músicas, mensagens carinhosas, ficar elogiando... Você saberia fazer isso bem, vamos escolher alguém pra você aplicar a técnica. Tem que conquistar pela vaidade, entende?" "Ah, querida, isso só dá certo mesmo com o narcisista com quem você sai!". Mas daí fiquei pensando que quando eu era valente e sincera, as coisas tendiam a dar muito mais certo. Quando eu saía com um sujeito, demonstrava que o achava especial e interessante. Pouxa vida, as pessoas gostam de sentir especiais e interessantes... talvez isso funcione mesmo... Hoje em dia eu saio com um sujeito e fico preocupada em demonstrar que estou tranqüila, que ele não significa nada pra mim. Porque sério, é muito chato falar pra uma pessoa que gosta de estar com ela e não receber resposta. Daí eu não falo nada, inda faço o contrário. Às vezes sou até meio grossa. "Você acha que gosta de mim? É? Então toma essa: quero ver gostar de mim agora!". Tenho saído com vários santos bem intencionados. E mandado todos à merda. Essa amiga defende que a gente tem que ficar falando as coisas mesmo que seja da boca pra fora. Eu estava contando pra ela que um cara disse que acha que eu seria uma ótima psicóloga, se tivesse continuado meu curso. E enquanto contava isso pra ela, dei-me conta: "O sujeito nem me conhece, do que ele estava falando?". Acho que as pessoas fazem isso, né? Elogiam pra agradar. Depois desse dia fiquei mais atenta às relações entre as pessoas. Comecei a perceber um monte de gente fazendo isso o tempo todo. Um cara veio me xavecar certa vez e perguntou o q eu fazia. Contei que era cabeleireira, ele achou interessante, ficou perguntando a respeito, todo interessado, conversamos até que bastante tempo. Saí pra pegar uma cerveja e quando voltei ele me perguntou minha profissão. Sério. Antes disso, por um instante, eu estava até acreditando que o sujeito queria me conhecer e saber a meu respeito. Talvez eu devesse, começar a xavecar os caras como se xaveca menina. O problema é que eu estaria sendo sincera ao demonstrar interesse por alguém que me interessa. E então, quando a pessoa fugir, vai doer muito mais.
Postado por Bia.
, às 13h55 |
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Tirinha
Postado por Bia.
, às 13h46 |
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